Exame de Mamografia Digital

O exame de mamografia digital é um exame de diagnóstico por imagem com baixa dose de radiação ionizante e tem por finalidade estudar o tecido mamário. A mamografia é a aliada mais importante no rastreamento precoce do câncer de mama e o mamógrafo digital tem a singular capacidade de ressaltar certas áreas para conseguir imagens mais precisas, o médico tem opções de visualização anteriormente impossíveis com uma qualidade de imagem superior ao método convencional, o que possibilita a detecção de alterações até dois anos antes de serem detectadas pelo médico ou paciente através do exame clínico.

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A CSD trouxe para Belém o primeiro mamógrafo digital de campo total do norte do País. O Mamógrafo Digital Senographe DS da GE. Os exames realizados com o mamógrafo digital direto tornam o processo mais ágil, pois já na sala de exames o técnico em radiologia pode definir se as imagens estão ou não em padrão adequado para a análise. O mamógrafo da GE possui um workstation capaz de aprimorar a qualidade da imagem, oferecendo ao radiologista a capacidade de ampliação digital, medidas precisas de distâncias, alteração no contraste e imagem negativa do exame para obter o máximo de informações possíveis no procedimento. Todos estes realces de imagem ajudam a melhorar o potencial de diagnóstico do câncer de mama e isso pode ser feito sem a presença do paciente.

 

exame de mamografia digital é um exame de diagnóstico por imagem com baixa dose de radiação ionizante e tem por finalidade estudar o tecido mamário. A mamografia é a aliada mais importante no rastreamento precoce do câncer de mama e o mamógrafo digital tem a singular capacidade de ressaltar certas áreas para conseguir imagens mais precisas, o médico tem opções de visualização anteriormente impossíveis com uma qualidade de imagem superior ao método convencional, o que possibilita a detecção de alterações até dois anos antes de serem detectadas pelo médico ou paciente através do exame clínico.

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Câncer de mama

O câncer de mama é caracterizado pelo aparecimento de um nódulo (ou caroço) que pode ser notado através de exame clínico das mamas e axilas. Outro sintoma é a deformidade das mamas (mamas assimétricas) e, em casos mais avançados, uma retração da pele, ulceração (ferida) e odor desagradável. Os principais fatores de risco são a idade, sendo mais comum nas mulheres acima dos 50 anos, a exposição excessiva a hormônios (terapia de reposição hormonal ou anticoncepcionais), pacientes que passaram por cirurgia de retirada dos ovários, gravidez tardia, mulheres que consomem bebidas alcoólicas ou tem problemas de obesidade e mulheres com histórico familiar propenso a câncer.

Como são as mamas:

As mamas (ou seios) são glândulas e sua função principal é a produção de leite. Elas são compostas de lobos que se dividem em porções menores, os lóbulos, e ductos, que conduzem o leite produzido para fora pelo mamilo. Como todos os outros órgãos do corpo humano, também se encontram nas mamas vasos sanguíneos, que irrigam a mama de sangue, e os vasos linfáticos, por onde circula a linfa. A linfa é um líquido claro que tem uma função semelhante ao sangue de carregar nutrientes para as diversas partes do corpo e recolher as substâncias indesejáveis. Os vasos linfáticos se agrupam no que chamamos de gânglios linfáticos, ou ínguas. Os vasos linfáticos das mamas drenam para gânglios nas axilas (em baixo dos braços) na região do pescoço e no tórax.

Os tipos de câncer de mama:

O câncer de mama ocorre quando as células deste órgão passam a se dividir e se reproduzir muito rápido e de forma desordenada. A maioria dos cânceres de mama acomete as células dos ductos das mamas. Por isso, o câncer de mama mais comum se chama Carcinoma Ductal. Ele pode ser in situ, quando não passa das primeiras camadas de célula destes ductos, ou invasor, quando invade os tecidos em volta. Os cânceres que começam nos lóbulos da mama são chamados de Carcinoma Lobular e são menos comuns que o primeiro. Este tipo de câncer muito freqüentemente acomete as duas mamas. O Carcinoma Inflamatório de mama é um câncer mais raro e normalmente se apresenta de forma agressiva, comprometendo toda a mama, deixando-a vermelha, inchada e quente.

Fatores de risco para o câncer de mama:

O câncer de mama, como muitos dos cânceres, tem fatores de risco conhecidos. Alguns destes fatores são modificáveis, ou seja, pode-se alterar a exposição que uma pessoa tem a este determinado fator, diminuindo a sua chance de desenvolver este câncer.

Existem também os fatores de proteção. Estes são fatores que, se a pessoa está exposta, a sua chance de desenvolver este câncer é menor.

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Diagnóstico do câncer de mama:

A mamografia é o melhor método de diagnóstico precoce do câncer de mama, pois consegue detectar a patologia até dois anos antes do que o exame clínico, porém é importante a mulher realizar o autoexame (palpação) periodicamente e visitar seu médico regularmente.

 

A mamografia é um Rx das mamas. Este exame também é feito para detecção precoce do câncer quando a mulher faz o exame mesmo sem ter nenhum sintoma. Caso a mama seja muito densa, o médico também vai pedir uma ecografia das mamas.

Se a mamografia mostra uma lesão suspeita, o médico indicará uma biópsia que pode ser feita por agulha fina ou por agulha grossa. Geralmente, esta biópsia é feita com a ajuda de uma ecografia para localizar bem o nódulo que será coletado o material, se o nódulo não for facilmente palpável. Após a coleta, o material é examinado por um patologista (exame anátomo-patológico) que definirá se esta lesão pode ser um câncer ou não.

Tratamento para o câncer de mama:

Existem vários tipos de tratamento para o câncer de mama. São vários os fatores que definem o que é mais adequado em cada caso. Antes da decisão de que tipo de tratamento é mais adequado o médico analisa o resultado do exame anátomo-patológico da biópsia ou da cirurgia se esta já tiver sido feita. Além disso, o médico pede exames de laboratório e de imagem para definir qual a extensão do tumor e se ele saiu da mama e se alojou em outras partes do corpo.

Se o tumor for pequeno, o primeiro procedimento é uma cirurgia onde se tira o tumor. Dependendo do tamanho da mama, da localização do tumor e do possível resultado estético da cirurgia, o cirurgião retira só o nódulo, uma parte da mama (geralmente um quarto da mama ou setorectomia) ou retira a mama inteira (mastectomia) e os gânglios axilares.

As características do tumor retirado e a extensão da cirurgia definem se a mulher necessitará de mais algum tratamento complementar ou não. Geralmente, se a mama não foi toda retirada, ela é encaminhada para radioterapia.

Dependendo do estadiamento, ou seja, quão avançada está a doença (tamanho, número de nódulos axilares comprometidos e envolvimento de outras áreas do corpo), também será indicada quimioterapia ou hormonioterapia. Radioterapia é o tratamento que se faz aplicando raios para eliminar qualquer célula que tenha sobrado no local da cirurgia que por ser tão pequena não foi localizada pelo cirurgião nem pelo patologista. Este tratamento é feito numa máquina e a duração e intensidade dependem das características do tumor e da paciente.

Quimioterapia é o uso de medicamentos, geralmente intravenosos, que matam células malignas circulantes. O tipo de quimioterápico utilizado depende se a mulher já está na menopausa e a extensão da sua doença. Hormonioterapia é o uso de medicações que bloqueiam a ação dos hormônios que aumentam o risco de desenvolver este tipo de câncer. Este tratamento é dado para aquelas pacientes em que o tumor mostrou ter estes receptores positivos (receptor de estrogênio e receptor de progesterona).

Detecção precoce do câncer de mama:

O exame de palpação realizado pelo médico e a mamografia são os exames realizados para uma detecção precoce desse tipo de câncer.

Como o médico faz esse exame?

O exame mais fácil de se realizar para se detectar uma alteração da mama é o exame de palpação. Neste exame o médico palpa toda a mama, a região da axila e a parte superior do tronco em busca de algum nódulo ou alteração da pele, como retração ou endurecimento, e de alguma alteração no mamilo.

A mamografia é um Raio X das mamas e das porções das axilas mais próximas das mamas. Nesse exame, o radiologista procura imagens sugestivas de alterações do tecido mamário e dos gânglios da axila. A ecografia das mamas pode auxiliar o radiologista a definir que tipo de alterações são essas.

Esses exames, quando realizados anualmente ou mais freqüentemente, dependendo da história individual da paciente (presença de fatores de risco ou história de tumores e biópsias prévias), pode diminuir a mortalidade por esse tipo de tumor, quando realizados entre os 50 e os 69 anos.

Porém, este tipo de tumor tem características diferentes para populações diferentes. Isto altera o quanto a mamografia é eficaz em diminuir a mortalidade por este tipo de tumor.

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